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Várias horas de discussão e nada: a crise financeira do Nossa Senhora da Conceição continua sem solução

18/05/2017

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Sem solução imediata, apesar da forte pressão. Essa foi a conclusão da reunião realizada ontem pela manhã, no plenarinho da Câmara de Pará de Minas.

Participaram do encontro autoridades municipais, representantes do Hospital Nossa Senhora da Conceição e o vice-presidente do Conselho Estadual da Saúde, Ederson Alves da Silva.

Embora os debates tenham focado a calamidade da saúde pública no país, devido à falta de recursos financeiros, o tema de maior destaque foi a situação crítica do hospital de Pará de Minas. Mais uma vez o gerente administrativo Renato Vasconcelos agradeceu o empenho de todos na busca de soluções.

Mas não escondeu a preocupação com a sinalização do governo estadual em transferir mais responsabilidades para os municípios. Segundo ele, assim como já acontece com alguns setores, todos os indícios são de municipalização da saúde, o que causaria um estrangulamento ainda maior nas prefeituras.

No entanto, sua fala mais importante foi sobre a situação controlável do hospital. Ao contrário de outros, cujas dívidas já passam dos R$ 20 milhões, aqui as coisas estão melhores:

O secretário municipal da Saúde, Paulo Duarte, concordou com Renato Vasconcelos e lamentou que os problemas estejam se agravando tanto por conta da omissão do Governo de Minas, que deve à prefeitura R$7 milhões e outros R$2 milhões ao hospital.

Repetindo declarações recentes do prefeito, Paulo Duarte lembrou que a conta é tripartite, ou seja, precisa ser rateada entre os governos federal, estadual e municipal:

Os participantes do encontro chegaram à conclusão de que solução imediata não existe, ou seja, o governo estadual não tem dinheiro para quitar seus atrasados com Pará de Minas. Ainda assim vai se fazer uma pressão no sentido da quitação desse débito não demorar muito.

E para isso o município vai contar com a ajuda do Conselho Estadual da Saúde. Seu vice-presidente, Ederson Silva, reconhece que o desafio é grande mas o papel do conselho é exatamente o de cobrar a responsabilidade do governo que, por lei, é obrigado a investir pelo menos 12% de seu orçamento na saúde pública:

O presidente do Conselho de Saúde de Pará de Minas, Flávio Medina, acha que essa é a única saída porque somente o governo estadual tem condições de resolver o problema:

O presidente da Câmara, Mário Justino, avaliou positivamente o encontro, apesar de reconhecer as dificuldades de solução breve:

De efetivo mesmo o que se tem são as novas negociações que estão acontecendo desde segunda-feira, entre a Prefeitura de Pará de Minas e a diretoria do hospital. As contas estão sendo colocadas na ponta do lápis e hoje, até o fim da tarde, o município vai apresentar uma proposta de encaminhamento mensal de recursos suplementares.

A Câmara também vai contribuir e já definiu o valor – R$ 40 mil por mês. Mas enquanto essa injeção financeira não chegar o hospital manterá suspensas as cirurgias eletivas e a redução dos leitos do SUS. Apenas 58 estão ativos.



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